Setembro Amarelo nas empresas: saiba como abordar o tema

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Anualmente, o mês de setembro é marcado pela conscientização e ações de alerta ao suicídio. Denominada Setembro Amarelo, a campanha caracteriza-se pelas diversas frentes em prol da informação e da quebra de tabus através de diálogos e discussões que abordem o assunto. 

 

Em 10 de setembro de 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP) criaram o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, que tem como pontos principais a concientização sobre o suicídio e disseminar medidas de como evitá-lo.

 

Por que amarelo?

O movimento da campanha do Setembro Amarelo surgiu, primeiramente, nos Estados Unidos, quando Mike Emme, um jovem de apenas 17 anos, tirou a própria vida. 

 

Sua família e seus amigos, infelizmente, não perceberam os sinais de que ele pretendia colocar um ponto final em sua história, e não puderam ajudar. 

 

Porém, na despedida, todos os presentes fizeram uma ação com fitas amarelas e mensagens, oferecendo ajuda para aqueles que tinham esses pensamentos nebulosos. 

 

O ato alcançou grandes proporções a ponto de atingir o país inteiro e, consequentemente, o planeta. Sendo assim, o símbolo da campanha se tornou uma fita com a cor do carro que ele restaurou sozinho antes de morrer, um Ford Mustang 1968, amarelo.

 

Como abordar a campanha no ambiente corporativo

Assim como em tantos outros casos de transtornos, falar diretamente é a melhor forma de se prevenir. 

 

Por isso, estar em uma empresa que aborde o assunto de forma aberta é ter a segurança, dentro do ambiente corporativo, de que temos a quem recorrer e buscar um suporte emocional e físico em um momento de vulnerabilidade.

 

Segundo o Centro de Valorização da Vida (CVV), são mais de 13 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 1 milhão no mundo todo.

 

Além disso, 96,8% desses casos estão relacionados a transtornos mentais, como depressão, ansiedade e transtorno bipolar, problemas que se agravaram muito mais com a pandemia da Covid-19

 

Apesar dos números preocupantes, a aplicação do Setembro Amarelo nas empresas ainda não acontece de forma efetiva. Muitas fecham os olhos para esse problema tão sério e que é tão real e presente na sociedade.

 

Felizmente, algumas organizações já implantaram políticas de bem-estar mental e físico entre os seus colaboradores, e tantas outras vêm realizando ações específicas em seu escopo de trabalho.

 

Como profissionais que cuidam das pessoas, os RHs são os que mais devem se preparar para perceber desde cedo os sinais dentro das instituições. 

 

É necessário ter consciência de que as empresas não podem colocar esse problema em segundo plano, mas sim, precisam implementar rodas de conversas, conteúdos explicativos e contar com profissionais e ferramentas corporativas que possam garantir, de alguma maneira, que aqueles que se sintam atingidos, sejam acolhidos.

 

Importância do Setembro Amarelo nas empresas

O principal motivo para falar sobre o assunto na instituição é a conscientização sobre saúde emocional e bem-estar e, claro, salvar vidas. 

 

Cuidar dos colaboradores é investir em patrimônio, além de ser uma ótima contribuição para a qualidade de vida daqueles que apoiam o crescimento da companhia, seja qual for a área de atuação ou cargo.   

 

Os líderes de pessoas devem ter como uma de suas principais metas entender que um funcionário com a saúde mental em dia poderá realizar suas demandas com muito mais eficiência, motivação e engajamento.

 

Acredite, aproveitar a campanha do Setembro Amarelo para dar importância aos cuidados das doenças mentais, com palestras, criação de diálogos abertos e o combate ao preconceito e discriminação no ambiente de trabalho, pode fazer a diferença em todos os setores de uma organização.

 

Mas existe um grande porém: este trabalho deve ocorrer nos 12 meses do ano.

 

Sabemos o quanto é delicado abordar os temas relacionados ao Setembro Amarelo no ambiente de trabalho, mas reforçamos que o caminho mais curto para o equilíbrio e o bem-estar é a credibilidade na informação. O maior objetivo é agir para salvar vidas. 

 

Ações nas companhias: o que pode ser feito

A motivação dos colaboradores precisa estar presente os 365 dias do ano. Precisamos exercer a compreensão de que os transtornos são silenciosos e, no geral, não surgem da noite para o dia. 

 

Algumas ações como sugestão são:

 

Ouvir especialistas

Organize palestras no ambiente corporativo (presencialmente ou online), ministradas por um profissional da saúde especialista no tema. 

 

Falar sobre suicídio pode ser um tanto sensível. No entanto, o diálogo é essencial. De acordo com a OMS, 90% dos casos de morte poderiam ser evitados se a pessoa tivesse tido alguém para conversar.

 

Estimular a despressurização

Desenvolver atividades de meditação, concentração e relaxamento que promovam a atenção plena e centrada no momento presente, como ferramentas para manejar melhor nossas emoções e lidar com a ansiedade e o estresse.

 

Oferecer atividades em grupo

Um dos principais fatores de proteção ao suicídio listados pela OMS é ter uma vida social satisfatória, com integração do trabalho e de momentos de lazer, por exemplo. 

 

O RH pode criar ambientes que favoreçam essa interação positiva, como espaços reservados para o descanso e o bem-estar, que atendam os diferentes perfis de colaboradores, como dinâmicas, sessões de convivência, ginástica laboral, caminhadas e gincanas.

 

Aliar tecnologia à saúde emocional

Hoje, existem algumas soluções no mercado nacional que aliam tecnologia, dados e orientação clínica. 

 

O app IVI é uma delas, já utilizado por mais de 1 milhão de vidas e dezenas de clientes corporativos em  todo o país. 

 

O colaborador ganha uma assistente virtual que funciona com inteligência artificial, prevenindo ativamente doenças mentais, como ansiedade e depressão, agindo na promoção à saúde emocional e ao bem-estar.

 

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